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A Rede CNT, inaugurada em 1993 pelo empresário e político José Carlos Martinez como sucessora da antiga Rede OM, criada em 1982, é atualmente comandada por Flávio Martinez. José Eduardo de Andrade Vieira, então dono do Banco Bamerindus, também administrou a rede entre 1995 e 1996.
A CNT tem acompanhado os avanços tecnológicos e desafios da era digital, investindo em profissionais e equipamentos para oferecer produções de alta qualidade. Suas emissoras em São Paulo, Americana, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Salvador e Caxias do Sul estão totalmente equipadas para transmissões em alta definição (HD). Com mais de 40 anos de história, a CNT é uma das principais redes de televisão aberta do Brasil…
A Rede CNT, inaugurada em 1993 pelo empresário e político José Carlos Martinez como sucessora da antiga Rede OM, criada em 1982, é atualmente comandada por Flávio Martinez. José Eduardo de Andrade Vieira, então dono do Banco Bamerindus, também administrou a rede entre 1995 e 1996.
A CNT tem acompanhado os avanços tecnológicos e desafios da era digital, investindo em profissionais e equipamentos para oferecer produções de alta qualidade. Suas emissoras em São Paulo, Americana, Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina, Salvador e Caxias do Sul estão totalmente equipadas para transmissões em alta definição (HD).
Com mais de 40 anos de história, a CNT é uma das principais redes de televisão aberta do Brasil, cobrindo grande parte do território nacional e projetando expansão. A partir de Curitiba, seu sinal alcança diversas capitais, incluindo Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte e várias capitais do Norte e Nordeste. Brasília é a central de produção de jornalismo da rede.
A CNT conta com dezenas de retransmissoras, oferecendo programação de qualidade, marcada por independência editorial, credibilidade e compromisso ético. Seu objetivo é levar diversão, informação e lazer a todo o país.
Em 2000, a parceria com a TV Gazeta terminou, e a Gazeta iniciou seu próprio projeto de rede. A CNT manteve sua programação diária, mesmo após perder o mercado publicitário de São Paulo, e tentou retornar ao mercado paulista através de parcerias, enfrentando dificuldades técnicas.
Após a morte de José Carlos Martinez em 2003, Flávio Martinez assumiu a presidência. A emissora se destacou com programas jornalísticos e transmissões exclusivas de eventos como o Campeonato Paranaense e o Mundial Interclubes da FIFA.
Em 2013, a CNT voltou ao satélite analógico, e em 2014 iniciou a retransmissão dos cultos da Igreja Universal do Reino de Deus, o que gerou controvérsias e investigações por arrendar grande parte da grade. Oscar Martinez, um dos fundadores, faleceu em Curitiba.
Em 2018, a sede da CNT em São Paulo, localizada na alameda Santos, foi colocada à venda, pois os responsáveis decidiram que um espaço menor seria suficiente para as operações, e dispensou a equipe de jornalistas, mantendo operações em Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e Caxias do Sul. Em 2019, a emissora anunciou o encerramento da sucursal em Brasília, concluído em 2021, transformando a CNT Tropical de Brasília em uma retransmissora.
Em 2020, a CNT fez alterações em sua grade de programação, priorizando produções próprias e retransmissões da Igreja Universal. A rede, que já perdeu muito de sua presença visual, agora está se desfazendo fisicamente. No entanto, a CNT ainda se apresenta como uma empresa com centros de produção distribuídos por todo o Brasil, produzindo conteúdo exclusivo para a rede. Afirmam ter 8 emissoras nacionais em locais como Curitiba, Rio de Janeiro, Londrina, Americana, Salvador, Caxias do Sul, São Paulo e Brasília, garantindo a transmissão de sua programação televisiva.
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